São Paulo / SP - sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Doenças Ginecológicas

(EM CONSTRUÇÃO)

 

IRREGULARIDADE MENSTRUAL

Existem múltiplas modalidades que podem surgir (excesso, escassez, descontrole), sendo cada uma provocada por um ou mais fatores causadores (Cisto, Mioma, Endometriose, Pólipo, períodos extremos da fertilidade, Infecções, Inflamações, Câncer, entre outros).

Investigação extensa e detalhada da história clínica associada a exames de sangue, de imagem e Genitoscopia podem elucidar o diagnóstico e traçar o plano terapêutico.

 

DISMENORRÉIA (T.P.M. e CÓLICA MENSTRUAL)

Antigamente era considerada "aceitável", mas no século XXI não é normal: mesmo que não se consiga encontrar uma causa específica é perfeitamente possível desfrutar igualmente de todos os dias do mês sem qualquer desconforto através de medidas comportamentais ou mesmo de terapias hormonais e/ou não hormonais.

 

MIOMA

Tumor sólido uterino que se mantem 99,5% ou mais com características benignas, de crescimento lento e progressivo durante o período fértil da mulher (tende a estabilizar-se após a menopausa), possuindo variáveis múltiplas (número, tamanho, localização, entre outras) que definem a existência e tipo de sintomas (dores, hemorragias, infertilidade, entre outros).   Pode ser palpável ou visibilizado em exames de imagem.

Tratamento definitivo é cirúrgico, mas existem terapêuticas paliativas clínicas ou minimamente invasivas que podem resolver ou aliviar os sintomas.

 

ENDOMETRIOSE

Implantação alterada da camada interna do útero em locais anormais.

Sinais e sintomas mais frequentes são semelhantes (e eventualmente concomitantes) àqueles provocados pelo mioma ou pelo cisto de ovário.

Pode ser detectável ou não tanto em exames de imagem quanto no sangue.

Tratamento definitivo é difícil e geralmente a cura só é completa na menopausa.

Existem terapêuticas paliativas que controlam ou suprimem tanto temporariamente quanto parcialmente os sintomas e podem permitir o retorno provisório à fertilidade, que também se torna uma daquelas terapêuticas.

 

INFERTILIDADE

Após no mínimo um ano de tentativas naturais frequentes e consecutivas de engravidar sem sucesso, existem métodos específicos para diagnosticar as verdadeiras causas (distribuídas com frequências semelhantes dentro do trio mulher-homem-casal) e contornar o problema tanto de maneiras simples e baratas, como através de manobras intermediárias e acessíveis ou até por manipulações avançadas e mais dispendiosas.

 

CORRIMENTO GENITAL

Muitas vezes a própria secreção natural não é patológica (doente), mas está apenas modificada em decorrência de múltiplos fatores que podem alterar suas características habituais: período menstrual ou estação do ano ou atividade física/sexual.

Dependendo das características clínicas (cor, odor, viscosidade, fluidez, período menstrual, frequência/reincidência, entre outras) já se pode suspeitar com grande chance de acerto pelo menos de qual é o mais importante agente causador.   Porém o mais correto é realizar a investigação de toda Flora Genital, inclusive com a finalidade de não prejudicar as próprias defesas naturais femininas durante as possíveis modalidades terapêuticas.

Terapias podem ser apenas comportamentais, ou preventivas, ou através das vias orais e/ou genitais, tanto em doses únicas, quanto periódicas e eventualmente até prolongadas.

 

DOENÇAS SEXUALMANTE TRANSMISSÍVEIS (D.S.T.)

 

PLANEJAMENTO FAMILIAR (ANTICONCEPÇÃO)

1. Métodos Transitórios

1.1. Naturais

1.1.1. Tabela

1.1.2. Muco Cervical

1.1.3. Temperatura

1.1.4. Sintotérmico

1.2. Barreira

1.2.1. Preservativo Masculino

1.2.2. Preservativo Feminino

1.2.3. Diafragma

1.3.1. DIU

1.3.2. SIU

1.4. Hormonais

1.4.1. Orais

1.4.2. Transdérmico

1.4.3. Injetáveis

1.4.3.1. Mensal

1.4.3.2. Trimestral

1.4.4. Vaginais

1.4.4.1. Comprimido diário

1.4.4.2. Anel mensal 

2. Métodos Definitivos

2.1. Laqueadura Tubária Bilateral

2.2. Vasectomia

 

IMUNIZAÇÃO (VACINAS)

 

 

PRÉ-NUPCIAL (PRÉ-CONCEPCIONAL)

Uma das poucas modalidades de Nulidade de Casamento Civil é a falsidade ideológica pelo "Erro de Pessoa", isto é, qualquer das partes pode alegar que foi ludibriada pela outra se houver ocultação de informações de saúde inerentes à saúde ou à prole.

Portanto é muito importante que o casal possua certeza absoluta sobre as condições de saúde de cada componete, incluindo as consequências daquelas situações.

Os mais importantes exames são as sorologias para rastreamento de doenças infectocontagiosas, mas também podem ser incluídos exames de imagem de rotina.

 

DISTOPIA GENITAL (INCONTINÊNCIA E PROLAPSO UROGENITAL) 

A disposição anômala dos órgãos genitais internos na pelve feminina pode acarretar desconfortos importantes no cotidano da mulher.   Sua causa mais comum é a multiplicidade de partos normais, mas não é exclusividade: pacientes que apenas entraram em trabalho de parto uma única vez, ou que simplesmente possuam anatomia pélvica desfavorável também podem desenvolver variados graus de distopia genital.

Antigamente, a correção era através de cirurgias criticáveis.

Atualmente, além de distinguir muito bem outras patologias correlatas que podem distorcer, mascarar ou misturar o diagnóstico definitivo, as terapias podem ser medicamentosas, fisioterápicas, mistas, incluindo também cirurgias menos invasivas, menos dolorosas, muito eficazes, eventualmente até com anestesia local, além de resultados mais definitivos e com recuperação pós-opertória muito mais rápida.

 

CLIMATÉRIO e TERAPIA HORMONAL

Muitos sinais e sintomas decorrentes deste período da vida da mulher podem ser suprimidos ou pelo menos minimizados.   A controvérsia é de longa data e universal, porém os benefícios são muitos e inegáveis.   O mais importante é escolher e confiar em um único médico atualizado para dividir a responsabilidade sobre utilizar ou não hormônio, além de prazos, vias, doses, associações, respeitando a individualidade e contornando arestas ao longo do tempo, incluindo expectativas e perspectivas do ponto de vista médico e pessoal da paciente.  

Existem substitutos não hormonais, porém para cada situação deverá ser associada mais outra droga separadamente, incluindo também os efeitos colaterais e riscos desta nova terapia isolada e associada.   Beneficência, não maleficência, autonomia da paciente devem ser balizados imparcialmente pelo profissional responsável na eleição da melhor solução, sempre mirando "acrescer vida aos anos" ao invés de apenas e simploriamente "acrescentar anos à vida".

 

CÂNCER

 

 

SEXUALIDADE

 

 

ESTÉTICA